#004 – 04.01.2012# O Canto da Natureza

Amanheceu cinzento, chuva miudinha, neblina. Pensei, é desta vez que fotografo a bruma.
Mas quem quer fotografar a neblina matinal, não pega na câmara à hora de almoço.
E levantar cedo não é comigo. Se no verão é difícil, com frio então… impensável.
12h30: A esperança é a ultima a morrer, dizem. Fui caminhar à beira rio esperando algo que despertasse a atenção. Ao caminhar desassosseguei algumas aves pousadas na margem que voaram num ritual de canto por cima dum barco ancorado. Reparo então no nome do barco,  “Pavarotti”, e fico a ouvir o canto da Natureza, relembrando o Grande Tenor.

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