#032 – 01.02.2012# Rio Abaixo

Chuva e neblina acompanharam-me até à vila mais antiga de Portugal. As nuvens íam fugindo enquanto o trabalho corria. Quando saí, perto das 13h, tinha nesgas de céu velho a descoberto.
Almocei fotografias na margem esquerda do Lima.
Fui às sortes, arrisquei em fugir à vista tradicional da ponte e do casario, e safei-me.
Caminhava em passo lento pelo meio das folhas humidas, atenta ao terreno. Uma voz despertou a minha atenção “isto está mal, o rio não tem água”. Busquei o som, vinha dum senhor que se afastava da margem, deixando para trás um companheiro pescador. Virava a embarcação para seguir rio abaixo.
Tive tempo de disparar uma unica vez, sem tempo para compor. Rapidamente o barco se afastou e desapareceu no horizonte.

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