#040 – 09.02.2012# Mulheres

Hoje não tenho vontade de escrever. Limito-me a transcrever o texto de Raul Brandão gravado no monumento.

“Eternas sacrificadas, tiram-no à boca para aparelhar o cesto dos homens: vendem,
carregam as redes, lavam-nas, sem um fio enxuto no corpo, metem o ombro aos barcos
para os deitar ao mar. Acabada a pesca, todo o trabalho cabe à mulher, que fabrica a
graxa, que trata dos filhos, que faz redes, as lava e as conserta, e que vai vender por
esses caminhos fora.”

Deixe um comentário:

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s